Pequenos e com cada vez mais
músicas, eles levam a interatividade para a balada.
Regra é cada um levar o seu para garantir a diversidade do
som da noite.
Comida, bebida e iPod. O brinquedinho eletrônico virou item de primeira necessidade nas festas mais badaladas do Rio. O esquema é o seguinte: cada convidado leva seu set list gravado e garante trilha sonora personalizada. O resultado é diversão na pista de dança e nas picapes, com DJs improvisados se revezando ao longo da noite.
“Adoro fazer festinha em casa. Cada um leva o seu e todo mundo pode ouvir o que gosta e o que quer. Dá mais liberdade para as pessoas conhecerem e ouvirem mais música”, empolga-se a atriz Milena Toscano, que comprou caixas de som especiais para o iPod.
“São coisas da tecnologia que facilitam a vida da gente. Você tem uma seleção e pode ser um DJ”, completa a cantora Emanuelle Araújo.
A moda incentivou a Cantão a levar a idéia para a festa de reinauguração de uma loja no Leblon, na Zona Sul carioca. “A idéia é reunir as músicas dos clientes e criar uma trilha sonora para tocar nas lojas”, explica Carol Rabello, do departamento de marketing da grife, que convidou as duas atrizes para a ajudar na missão.
Dj de iPod é ‘IDj’
Antenada com a tendência, a empresária Adriana Lima resolveu levar a interatividade para a boate Dama de Ferro, em Ipanema. Lá, só o primeiro andar tem Djs profissionais.
No piso de cima, convidados revezam suas músicas portáteis ou reservam o local para festas onde aniversariantes e convidados se transformam em IDj, como ela chama os Djs de iPods.
“Comprei um mixer de iPod para pessoas que não são profissionais tocarem. Não tem censura. É uma surpresa, você não sabe o que a pessoa vai tirar do iPod” , conta ela, que volta e meia promove ainda uma batalha de IDjs para animar a noite.
Lista online
Desde que o primeiro iPod surgiu na sua roda de amigos, José Camarano, de 28 anos, faz e freqüenta eventos em que o acessório musical é essencial.
“O iPod ajudou a transformar qualquer evento numa festa. O melhor é poder reunir mil músicas em uma caixinha e poder levá-la para qualquer lugar”, resume ele que, quando esquece o seu, já tem o plano B na cabeça, ou melhor, na internet.
“Hoje em dia tem sites em que você monta sua lista de músicas e fica gravado lá. Depois, é só acessar e colocar para tocar”, dá a dica.
(Fonte:G1)
Minha opinião:
Apesar de estar na noite a 17 anos, sou um DJ moderno, adepto a novas tendências e tecnologias, faço uso de microcomputadores, controladores de midi e tudo mais que esteja ligado a isso nas festas que promovo, mas o maior prejudicado com tudo isso é próprio publico, pois o Dj não só toca musicas, faz brincadeiras, aciona a segurança em caso de desentendimentos e assume a responsabilidade de manter todos dançando buscando tocar o melhor no melhor momento.
IDJ é o fim da picada !
Dj Markão
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